Uma das obras fundamentais pra Goiânia hoje, ouso dizer, é a conclusão da Av. Leste-Oeste.
Mobilidade é pouco. Ela dá uma outra perspectiva pra Capital.
Nos últimos anos de sua última gestão como prefeito, Iris Rezende se referia a ela usando de razão para explicar e justificar, e emoção, para apontar o futuro.
Isso me causou impacto porque, na Comunicação, toda a equipe tinha que lidar com o desgaste de anos e anos da inacabada ligação entre o norte e o sul da cidade.
Iris via na Leste-Oeste uma obra mais urgente e necessária. O investimento feito no BRT Norte-Sul deveria ter sido feito nessa outra ligação. Inconformado: era esse o seu sentimento em relação ao fato.
Não é obra fácil, barata e muito menos para ser concluída em poucos meses. Não é obra nem mesmo para um prefeito só.
Mas é preciso mirar na conclusão, assim como Iris firmou pé na sua edificação.
A pandemia, entre outras coisas, atrasou tudo. É real. Frustrou Iris. Mas a base foi feita e o rumo foi tomado.
O prefeito Sandro Mabel é gestor do tipo ‘fazer acontecer’. É criticado muitas vezes justamente por não temer desgaste nem cara feia de contrariados quando enxerga algo essencial.
Tomara que use toda essa determinação para concluir a Leste-Oeste. E fique na história como quem deu corpo a uma via fundamental para os goianienses – e os goianos, por extensão.
Pra se ter ideia de como é marcante uma obra assim, lembro da Av. T-63. Nion Albernaz tem seu nome também escrito na história da Capital por exatamente abrir picada e fazer acontecer a T-63.
Alguém pensa em Goiânia hoje sem a T-63?
Não dá pra imaginar Goiânia sem a Leste-Oeste. Imagina então quando ela estiver concluída de verdade.
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O Popular traz reportagem providencial chamando a atenção para a obra. Vai reproduzido abaixo o quadro com as pendências apontadas.

