A atual diretoria do Jóquei Clube de Goiás ajuizou uma Ação de Exigir Contas contra os gestores anteriores. Os atuais dirigentes pedem à Justiça que determine a devolução imediata de todo o acervo documental contábil, financeiro, fiscal, previdenciário, regulatório e administrativo da entidade, além de solicitar Tutela Provisória de Urgência para acelerar a entrega.
A presidente da instituição, Nívea de Paula, relata que, ao assumir o cargo, a equipe constatou a inexistência de um procedimento regular de transmissão administrativa entre os mandatos. A falta de prestação de contas e de entrega do acervo documental impediu os atuais gestores de conhecer a real situação econômica e patrimonial do Jóquei.
“Precisamos obter o acesso a notificações recebidas, respostas enviadas, providências tomadas, documentos enviados, medidas corretivas adotadas e obrigações pendentes, inclusive quanto à exploração econômica, ocorrências de ocupação irregular de espaços do Hipódromo e às condições e conhecimento dos animais que ali se encontram. São fatos e circunstâncias administrativas que a atual diretoria precisa conhecer para realizar seu trabalho e garantir a continuidade da existência do Jóquei”, afirma a presidente.
O pedido, protocolado na última quarta-feira (3), lista os documentos exigidos: demonstrações contábeis, relatórios financeiros, contratos, comprovantes de obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias, além de contratos que formalizam as modalidades de uso do espaço físico do Hipódromo da Lagoinha.
