A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Ingá, em Luziânia, registrou nas últimas semanas manifestações de pacientes na Ouvidoria da Saúde relacionadas ao atendimento prestado na unidade. Os relatos destacam, principalmente, o acolhimento das equipes durante a assistência.
Segundo a coordenação da unidade, recepcionistas, médicos, enfermeiros e técnicos participam de capacitações periódicas voltadas ao atendimento humanizado. A proposta, de acordo com a enfermeira Viviane Vieira, coordenadora da Comissão de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (CCIH), é reforçar práticas de acolhimento durante o atendimento aos usuários.
“A humanização no atendimento à saúde é muito mais do que ser simpático ou sorrir ao atender alguém. Trata-se de uma mudança de atitude, em que o paciente deixa de ser visto apenas como um caso clínico e passa a ser reconhecido como uma pessoa, com histórico, valores, medos e emoções”, afirma.
Conforme a coordenadora, as capacitações buscam orientar as equipes para que o atendimento considere as necessidades dos pacientes desde a chegada à unidade.
Entre os relatos de pacientes está o de Adriana Carvalho da Silva Maciel, que acompanhou o filho, Lucca Gabriel da Silva Maciel, após ele machucar a mão durante uma partida de futebol. Segundo ela, o atendimento foi realizado sem demora e a família recebeu a assistência necessária.
“Fomos bem atendidos desde o início, não demorou para ser chamado e receber o cuidado da médica. É tudo nota 10 aqui”, disse.
Na ocasião, o atendimento foi realizado pela médica Joana Caroline Oliveira de Faria.
De acordo com a coordenação da UPA, o atendimento humanizado é um dos temas trabalhados nas capacitações internas. As manifestações registradas na Ouvidoria têm destacado o acolhimento recebido pelos pacientes durante o atendimento.
