O motociclista Adriano Costa de Souza Couto, de 44 anos, morreu seis dias após ser atingido por uma viatura da Guarda Civil Metropolitana (GCM) na Avenida Castelo Branco, em Goiânia. O acidente ocorreu no dia 4 de março. Imagens mostram a viatura atravessando uma das pistas e colidindo com a moto conduzida por Adriano.
O Corpo de Bombeiros atendeu a vítima no local. Segundo o relato da equipe, Adriano estava consciente e orientado, caído no chão e sem capacete. Ele apresentava ferimento cortocontuso na região frontal da cabeça, equimose no mesmo local, dores no abdômen, na região inguinal (após bater contra o tanque da moto) e na coluna. Apesar de manter movimentação nas pernas, os bombeiros o encaminharam ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), onde permaneceu internado até morrer.
A viatura seguia para uma ocorrência de apoio a uma vítima de roubo na região central, com sirene e giroflex ligados, segundo o registro. Os guardas afirmaram que o motociclista colidiu contra o veículo. A GCM afastou preventivamente os integrantes da equipe envolvida para apuração dos fatos.
A Polícia Civil notificou o caso à Delegacia Especializada em Investigação de Crimes de Trânsito (Dict), que investiga se a morte ocorreu em decorrência do acidente.
Em nota, a GCM lamentou a morte e afirmou ter prestado assistência à vítima desde o ocorrido, colocando-se à disposição da família. A corporação reiterou que a viatura atendia uma solicitação no momento da colisão e que os agentes envolvidos foram afastados preventivamente.








