O ex-governador Marconi Perillo (PSDB) tem ouvido queixas recorrentes de servidores públicos sobre o Ipasgo durante as viagens que faz pelo interior de Goiás. Professores, policiais, profissionais da saúde e de outras categorias relatam dificuldades de acesso a serviços, demora no atendimento e insatisfação com a rede credenciada.
O tucano transformou essas queixas em proposta de campanha. “Os servidores querem atendimento com qualidade e eficiência. Eles precisam ser valorizados”, afirmou.
Entre as medidas defendidas estão a devolução da gestão do instituto ao funcionalismo público e uma ampla reformulação do plano.
A proposta inclui a revisão da cobrança sobre dependentes, o fortalecimento da administração do instituto e a ampliação da qualidade da rede credenciada.
“O Ipasgo precisa voltar a oferecer tranquilidade aos servidores. É uma pauta que merece atenção e será tratada como prioridade.”
Marconi critica o modelo de gestão atual. Para ele, as mudanças implementadas nos últimos anos precisam ser revistas.
“O modelo de gestão atual precisa ser revisto para recuperar a qualidade do atendimento prestado aos beneficiários.”
O que muda
O Ipasgo deixa de ser apenas um tema administrativo e se torna pauta eleitoral. A pressão sobre o instituto tende a aumentar, independentemente de quem vença a eleição.
As associações de servidores podem intensificar a cobrança por mudanças. O governo estadual pode ser pressionado a se manifestar sobre as queixas. Marconi deve usar o tema para se aproximar do funcionalismo.
