O Teatro Sesc Centro, em Goiânia, recebe nos dias 2 e 3 de junho as apresentações da terceira edição do Goiânia Blues Festival. O evento tem entrada franca e reúne instrumentistas locais em performances que começam sempre às 20h. Para assistir aos espetáculos, o público deve retirar os ingressos de forma virtual por meio da plataforma Sympla, com abertura dos lotes 24 horas antes do início de cada sessão.
Apesar do termo que dá nome ao festival, o projeto amplia o repertório para além do blues tradicional, incorporando vertentes como o jazz, choro, samba, rock e a música popular brasileira. O festival conta com o fomento da Lei Goyazes. De acordo com o músico e produtor Luiz Chaffin, idealizador do evento, a nomenclatura surgiu como referência a uma composição de Pedro Braga desenvolvida em homenagem à capital goiana, transformando-se posteriormente em um polo de divulgação da pluralidade da música instrumental feita no estado.
Na primeira noite, 2 de junho, a flautista Adriana Losi apresenta o concerto “Compositoras Brasileiras”, acompanhada pelos músicos Henrique Reis, Merê, Jader Gomes e Everton Luiz, com um repertório focado em arranjos de obras criadas por mulheres. Na sequência, o palco recebe o PatoCan Trio, grupo composto por Sérgio Pato, Can Kanbay e FokaSax, cuja proposta artística se baseia na experimentação sonora e na livre improvisação de ritmos.
A programação do dia 3 de junho conta com o guitarrista André Mols, atuante há mais de três décadas no cenário regional e identificado como um dos precursores do blues em Goiás. A mesma noite traz o Grupo Som Corrente, formado por Luiz Chaffin, Front Jr e Edilson Morais, que apresentam composições com foco na música popular.
Após o encerramento das atividades na capital, a estrutura do festival se desloca para o município de Pirenópolis. No dia 12 de junho, o Teatro Sebastião Pompeu de Pina sedia o encerramento do circuito com uma apresentação conjunta entre o baterista Fred Valle e o Grupo Som Corrente.
