Com uma fortuna estimada em US$ 335 bilhões, a dinastia Al Thani, do Catar, ostenta uma frota aérea privada que impressiona pelo luxo e pela funcionalidade. A Qatar Amiri Flight, divisão estatal responsável pelo transporte do emir e de sua família, opera entre 10 e 12 aeronaves, incluindo versões executivas do Boeing 747-8, apelidadas de “palácios voadores”, jatos Gulfstream G700 e Airbus A330 adaptados para uso governamental.
Cada avião pode custar mais de US$ 400 milhões, valor que sobe com adaptações internas que incluem ambientes privados, áreas de convivência, sistemas de comunicação protegidos e salas de reunião.
O requinte chega aos detalhes do desembarque. Em um registro recente, o emir Tamim bin Hamad Al Thani deixou a aeronave utilizando uma escada rolante externa com acabamento dourado, equipamento reservado para ocasiões de alto protocolo e compatível com diferentes modelos da frota.
Apesar do luxo, a principal função da estrutura é garantir autonomia operacional. A frota permite conexões diretas entre Doha e centros como Londres, Washington e Pequim, sem depender de voos comerciais ou da disponibilidade de rotas, assegurando a mobilidade global necessária para compromissos diplomáticos e oficiais.








