A rede municipal de urgência e emergência de Goiânia recebeu 12 novos desfibriladores nesta segunda-feira (10/8). Os equipamentos serão destinados às 11 unidades de urgência e emergência da capital e ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Segundo a Prefeitura de Goiânia, a aquisição custou R$ 188 mil. A entrega ocorreu durante a abertura de um mutirão da administração municipal.
Os desfibriladores são utilizados em situações de emergência que envolvem alterações graves do ritmo cardíaco. O equipamento permite a aplicação de uma descarga elétrica controlada para tentar restabelecer o ritmo cardíaco e integra a estrutura de atendimento a pacientes em estado crítico.
Com a compra, a rede municipal passa a contar, segundo a Prefeitura, com 28 desfibriladores. Antes, eram 16 aparelhos distribuídos entre as unidades de urgência, o Pronto-Socorro Psiquiátrico Professor Wassily Chuc e o Samu.
Os equipamentos mais antigos, com mais de 20 anos de uso, permanecerão disponíveis nas unidades. A medida permite ampliar a quantidade de aparelhos em situações nas quais mais de um paciente necessite de atendimento simultaneamente.
Equipamentos serão instalados nas salas vermelhas
Os novos aparelhos serão instalados nas chamadas salas vermelhas, destinadas ao atendimento de pacientes em estado grave e que precisam de intervenção imediata.
De acordo com a Prefeitura, os novos desfibriladores são mais leves e modernos que os equipamentos anteriormente utilizados. A mudança deve facilitar o deslocamento e o uso dos aparelhos pelas equipes durante atendimentos de emergência.
No Cais Cândida de Morais, o médico Rodrigo Amorim, responsável pela sala vermelha da unidade, relacionou a chegada do equipamento à reforma realizada recentemente no espaço.
Segundo ele, a estrutura anterior enfrentava limitações de espaço e disponibilidade de equipamentos. Com a reforma e a chegada dos novos aparelhos, a expectativa é ampliar as condições de atendimento na unidade.
A distribuição dos equipamentos deve reforçar a estrutura disponível para atendimentos de maior gravidade na rede municipal de saúde.
