O ex-jogador Adriano Imperador publicou um vídeo nesta terça-feira (27) nas redes sociais para agradecer as mensagens de apoio recebidas após denunciar um golpe aplicado contra sua mãe. Segundo ele, os criminosos causaram um prejuízo de quase R$ 15 mil.
Na segunda-feira (26), também pelas redes sociais, Adriano relatou que golpistas usaram um aplicativo de mensagens para se passar por ele e convencer a mãe a realizar uma transferência bancária. Na ocasião, o ex-atacante cobrou a devolução do valor em até 24 horas e adotou um tom duro ao comentar o caso.
“Esse safado aí é melhor devolver. Eu vou atrás de tu. Não se mete com mãe, nem com vó, nem com família”, afirmou.
No vídeo publicado nesta terça, Adriano adotou uma postura mais calma e explicou que falou “aquelas coisas na hora da raiva”. Ele destacou o impacto emocional da situação envolvendo familiares.
“Quando se mexe com mãe e com a família, a gente fica nervoso”, disse.
Adriano também informou que a mãe registrou a ocorrência e seguiu todos os procedimentos na delegacia. O registro ocorreu na 42ª Delegacia de Polícia (Recreio dos Bandeirantes).
Durante o vídeo, o ex-jogador alertou o público sobre golpes virtuais e citou o uso de inteligência artificial como ferramenta utilizada pelos criminosos.
“Esse negócio artificial, não sei nem falar esse nome. Hoje foi a minha mãe, a minha família, amanhã pode ser a tua”, declarou. “É só tomar cuidado para não se entregar na mão desses safados.”
Adriano encerrou a gravação com a frase “E que Deus perdoe esse cara”, referência direta a um episódio marcante de sua carreira.
Frase que marcou a carreira
Em abril de 2010, Adriano marcou o gol da vitória do Flamengo sobre o Vasco, em um clássico válido pelo Campeonato Carioca, no Maracanã. Na comemoração, o atacante retirou a camisa rubro-negra e exibiu uma regata branca com a frase “Que Deus perdoe essas pessoas ruins”.
O gesto chamou a atenção de torcedores e da imprensa e ganhou ampla repercussão nacional. À época, o público interpretou a comemoração como um desabafo em meio a um período de forte pressão fora de campo, marcado por críticas da mídia e episódios controversos da vida pessoal do jogador. A cena acabou incorporada à memória do futebol brasileiro.







