A deputada federal Adriana Accorsi celebrou, nesta segunda-feira (26/01), os 26 anos de atuação como delegada da Polícia Civil do Estado de Goiás. A comemoração ocorreu por meio de uma publicação nas redes sociais.
Na mensagem, Adriana relembrou a origem do sonho profissional e a motivação que a levou à carreira policial.
“Quando era criança, sonhei em ser delegada para proteger quem mais precisava. Cresci na periferia de Goiânia e aprendi cedo que mulheres e crianças sentem primeiro quando o Estado falha”, escreveu.
Formada em Direito pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Adriana Accorsi possui especializações em Ciências Criminais e em Gestão e Segurança Pública. Ao longo da carreira, atuou em diversas delegacias no interior goiano e comandou, por oito anos, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em Goiânia. Nesse período, ganhou projeção nacional pela atuação em casos de grande repercussão.
Entre eles, destaca-se o da menina Lucélia, que em 2008, aos 12 anos, sofreu cárcere privado e sessões de tortura praticadas pela mãe adotiva, Silvia Calabresi. À época titular da DPCA, Accorsi avalia que a repercussão do caso motivou cerca de 100 mil denúncias de violência contra crianças e adolescentes em todo o país.
Adriana Accorsi alcançou um feito histórico ao se tornar a primeira e, até hoje, única mulher a ocupar o cargo de Delegada-Geral da Polícia Civil de Goiás. Influenciada pelo pai, o ex-prefeito de Goiânia Darci Accorsi, ingressou na política e conquistou dois mandatos como deputada estadual antes de chegar à Câmara dos Deputados.
Na esfera federal, Adriana atua como defensora dos direitos das mulheres, crianças e adolescentes e da segurança pública. Ela integra as Comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, de Defesa dos Direitos da Mulher, de Educação e a Comissão Especial que analisa a PEC 18/2025, conhecida como PEC da Segurança Pública. Em 2025, o portal Congresso em Foco apontou Adriana Accorsi como a melhor deputada federal de Goiás.
Ao celebrar os 26 anos de carreira na Polícia Civil, Adriana reforçou o compromisso com a defesa da vida. “A missão continua a mesma, só mudou de lugar. Defender a vida sempre valeu a pena”, afirmou.








