A Copa começou e Goiás foi representado. O nosso apitador chamou a atenção do mundo: afinal, expulsou três jogadores logo no primeiro jogo do torneio. É isso mesmo. Wilton Sampaio mostrou de cara que a arbitragem brasileira chegou para deixar sua marca.
Os jornais da Europa analisaram a atuação do goiano e se surpreenderam. Mas nós, brasileiros, e mais precisamente os goianos, não fomos pegos de surpresa, pois conhecemos bem Wilton.
Para além de estar certo ou errado, um dado chamou a atenção: toda a Copa de 2022 teve quatro jogadores expulsos, enquanto apenas um jogo da Copa de 2026 já registrou três expulsões. O inglês do assoprador de apito brasileiro também chamou atenção, porque pouco se entendeu do que foi dito. Na verdade, a situação gerou até certo constrangimento.
O árbitro brasileiro chamou a atenção e mostrou que, mesmo na estreia da Copa do Mundo, o juiz da partida pode ser protagonista. O goiano se imortalizou na história das Copas do Mundo. A partir de agora, não será possível contar a história da Copa de 2026 sem mencionar que Wilton expulsou três jogadores em uma partida de abertura do torneio.
Não sei se essa era a intenção, mas sei que ele conseguiu. Agora, Goiás tem seu espaço dentro da história das Copas do Mundo. Em 2030, ele será entrevistado; em 2034, vão contar sua história. Wilton será lembrado e imortalizado, ao lado de episódios e atuações que marcaram a competição.
Wilton é do Brasil, é de Goiás e já entrou para o manual histórico das Copas do Mundo. No ambiente digital, ele farmou aura — e muita aura.
