Começa nesta quinta-feira, 11, a Copa do Mundo de Futebol Masculino, e podemos observar, por toda a cobertura que existe sobre o tema, que estamos próximos do maior evento midiático do mundo. Tudo isso em meio às decisões do presidente estadunidense de dificultar o acesso de turistas e até mesmo de jornalistas e jogadores ao local onde será disputada a Copa.
Durante um tempo, viveremos a emoção e esqueceremos as guerras e os embates. Vamos parar de falar sobre inflação e outras coisas do cotidiano. Afinal, desde o dia 18 de maio, tudo o que se fala é: o dia em que Neymar jogar, esse time será diferente.
Mas algo que chama atenção é a estrela que nasce em um menino de 18 anos, que hoje é o atacante da seleção que precisa de menos minutos para marcar gols nos jogos da era Carlo Ancelotti.
O atacante mais promissor da Seleção Brasileira parece não ter sido aceito pelos jogadores mais experientes do time. Nunca se viu os jogadores pedindo minutos para ele, defendendo-o no período em que não jogava no time do Real Madrid. Até mesmo um dos líderes do elenco, o volante Casemiro, afirmou que ele não estava dentro do grupo.
A seleção parou de ser merecimento e passou a ser panela. Porque um jogador promissor não pode ser titular? Sem fazer comparações, Casemiro e os demais falariam isso do jovem Pelé aos 17 anos?
A bola vai rolar. O técnico que não escalava Endrick no Real Madrid é o técnico da seleção. A sorte está lançada. É um campeonato de tiro curto. Vamos torcer. As ruas já estão sendo pintadas e o orgulho de ser brasileiro parece retomado após algumas edições da Copa do Mundo.
Pelé, Kylian Mbappé, Lamine Yamal e Ronaldo Nazário conquistaram títulos mundiais antes dos 20 anos de idade. Vamos torcer para que Endrick entre nesse grupo seleto.
Salve a seleção!
