A deputada federal Lêda Borges (GO) foi oficializada como membro titular da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 3 de fevereiro. O colegiado, um dos mais importantes da Casa, será presidido pelo deputado Luís Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) durante o atual período legislativo.
A CREDN é o órgão técnico responsável por analisar e acompanhar a política externa brasileira, além de tratar de temas sensíveis à soberania, como tratados internacionais e questões ligadas às Forças Armadas. A indicação de Borges ocorre em um cenário global de reajustes geopolíticos, onde o colegiado ganha relevância na discussão de protocolos de segurança e acordos comerciais.
Atuação em Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano
Além da cadeira na CREDN, a parlamentar goiana também foi escalada para integrar outras duas frentes de trabalho: a Comissão de Desenvolvimento Urbano e a Comissão de Viação e Transportes. Ambas possuem impacto direto na destinação de recursos e na análise de projetos voltados para a infraestrutura nacional.
Para o estado de Goiás, a presença nessas comissões é estratégica. Os temas pautados nestes grupos técnicos costumam ditar o ritmo de investimentos em mobilidade urbana e planejamento regional. Há uma expectativa de que o foco das discussões se volte para o Entorno do Distrito Federal, região que enfrenta gargalos históricos em transporte público e integração logística.
O papel das comissões técnicas
As comissões permanentes funcionam como o “filtro” técnico do Congresso Nacional. Antes de qualquer projeto de lei ir ao plenário, ele precisa ser aprovado pelos membros titulares destes grupos. Na CREDN, especificamente, tramitam propostas que definem os limites da atuação diplomática e os orçamentos destinados à defesa nacional.
Com a divisão das responsabilidades nestas três frentes, a congressista participará ativamente tanto das decisões de alto nível diplomático quanto das questões cotidianas de infraestrutura que afetam a base eleitoral goiana e o desenvolvimento regional integrado.








