Não é Adriana Accorsi. O pré-candidato do PT ao governo de Goiás é Luis César Bueno.
Duas notícias em uma. A outra é o PT chegar a um nome.
O próximo passo é formar chapa, com candidatos a vice e só Senado (duas vagas).
Uma vaga o PDB disse que quer e tem nome: Isaura Lemos, ex-deputada estadual.
A grande questão, porém, é outra: Luis César não é um nome que empolga geral na aliança de esquerda.
Vão abraçar a candidatura de Luis César Bueno ou fazer de conta?
Vai ser um por todo e todos por um, ou cada um por si e Lula que se vire?
Lavar as mãos ou soltar a mão?
Fazer a convergência para Luís César passa a ser o desafio e a meta.
Adriana poderá lavar as mãos, nesse quesito. E cuidar da vida de pré-candidata à reeleição na Câmara dos Deputados.
Pressionada para ser a candidata, foi dela a condução que resultou na escolha de Luiz César.
Ela presidiu a reunião em em que os dirigentes decidiram. Espremeu e levou.
Agora a pressão passa a ser em todos, porque a união interessa a todos e principalmente a Lula.
Isso em tese, pelo menos. Na prática, é o que se vai ver, já que ela continua presidente do partido e isso tem preço.
O único ponto de interrogação relevante para Adriana daqui em diante é se o seu movimento não desagradou a ponto s direção nacional. E o que isso pode significar.
Candidata a deputada ela será. A saber: como será o ambiente interno daqui em diante.
Ambiente interno, no entanto, é incógnita em relação a ela e a tudo.
Isso que, voltando ao ponto, definirá o futuro da candidatura de Luís acesse Bueno, do PT e de Lula em Goiás.
