A jornalista Flávia Morena de Area Leão Bacelar morreu aos 31 anos na quinta-feira (12), em Teresina. A família informou que a causa da morte foi falência múltipla de órgãos e insuficiência cardíaca, decorrentes de um câncer avançado e agressivo.
Flávia estava internada no Hospital HTI, no bairro Piçarra, desde 6 de fevereiro. A internação começou depois que ela sentiu dores intensas na coluna. O irmão, cantor Luís Paulo Cochá, contou que os médicos identificaram nódulos no fígado durante os exames.
As lesões provocaram a dor nas costas. Flávia imaginou tratar-se de hérnia e, por isso, buscou atendimento. Recebeu medicação para alívio dos sintomas, o que, segundo o irmão, “acabou mascarando a doença“.
Cochá revelou ainda que Flávia havia feito uma cirurgia para retirada de mioma no útero cerca de dez meses antes. Na época, os exames não apontaram nenhum outro problema. A família acredita, portanto, que o câncer se desenvolveu rapidamente.
“Não se tem certeza da origem do câncer”, disse o irmão.
O quadro de saúde da jornalista se agravou durante a internação. Flávia foi transferida para a UTI e intubada. Morreu após seis dias no hospital.
O corpo foi velado em uma funerária no bairro Piçarra e sepultado no Cemitério São José, na Zona Norte de Teresina. Amigos e familiares compareceram à despedida.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Piauí (Sindjor-PI) emitiu nota de pesar.
“O Sindjor-PI, ao tempo em que lamenta, presta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de Flávia Bacelar, que vivenciam a dor da perda”, afirmou a entidade.
Nesta sexta-feira (13), às 19h, parentes e amigos se reúnem no Centro de Teresina para um terço em homenagem a Flávia.







