A deputada federal Delegada Adriana Accorsi (PT), presidenta estadual do Partido dos Trabalhadores, conduziu nesta segunda-feira (5) a primeira reunião de 2026 da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, em Goiás. O encontro reuniu dirigentes das três legendas e teve como foco a organização do processo eleitoral do próximo ano no estado.
Participaram da reunião o presidente estadual do PV, Cristiano Cunha; o presidente do PCdoB em Goiás, Honório Ângelo; o secretário de Comunicação do PT-GO, Nelson Galvão; e o secretário de Organização do PCdoB, Caio Barbalho. Segundo os participantes, o debate se concentrou na definição de prioridades políticas e na construção de uma estratégia conjunta para as eleições de 2026, tanto no âmbito estadual quanto nacional.
Após a reunião da federação, Adriana Accorsi também se encontrou com as presidentas estaduais do PSOL, Cíntia Dias, e da Rede Sustentabilidade, Lília Monteiro. As conversas deram continuidade às articulações entre partidos de esquerda e centro-esquerda, com o objetivo de ampliar o diálogo e avaliar possíveis alianças eleitorais no estado.
De acordo com a deputada, a pauta central dos encontros foi o cenário eleitoral, incluindo a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a formação de chapas competitivas para os cargos majoritários e proporcionais em Goiás. Ela afirmou que os partidos já discutem nomes e estratégias, embora ainda não haja definições formais.
Na semana anterior, Adriana Accorsi havia tornado públicos os nomes de seis lideranças que manifestaram interesse em disputar o governo de Goiás por uma frente progressista. Entre eles estão o professor e vereador Edward Madureira (PT), o advogado Valério Luiz (PT), o presidente estadual do Cidadania, Iure Castro, o superintendente do Iphan em Goiás, Gilvane Felipe, o professor Jerônimo, que foi candidato a vice-prefeito de Goiânia em 2024, e o ex-governador José Éliton.
Atualmente, além da Federação Brasil da Esperança, o Partido Cidadania já participa das articulações. As conversas também incluem PSOL, Rede, PDT e PSB, que poderão indicar nomes para a composição da chapa. A expectativa dos dirigentes é avançar nas negociações ao longo de janeiro, com a definição de um nome único para a disputa ao governo estadual.









