Nesta sexta-feira (24), o Ministério da Saúde formalizou a emissão da ordem de serviço para o início das obras de 11 novas unidades de saúde em Goiás. O investimento, que soma aproximadamente R$ 25 milhões, contempla a construção de oito Unidades Básicas de Saúde (UBS) e três Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), distribuídos em nove municípios do estado.
A cerimônia de assinatura ocorre na Superintendência do Ministério da Saúde em Goiás, em Goiânia, e marca a transferência direta de recursos federais para as gestões municipais. Segundo o cronograma oficial, os repasses visam garantir o início imediato e a execução integral das obras, sem as interrupções comuns em convênios de longo prazo.
Expansão da rede de atendimento em Goiás
A construção dessas unidades em Goiás faz parte de um cronograma nacional que atinge 24 estados simultaneamente. No cenário local, a prioridade foi dada à ampliação da rede de atenção primária e de saúde mental. As oito novas UBS atuarão como a porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS), focando em consultas, vacinação e acompanhamento pré-natal.
Já os três novos CAPS representam um reforço estratégico para a rede de saúde mental do estado, oferecendo atendimento especializado para pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas. O objetivo central, de acordo com o Ministério da Saúde, é descentralizar os serviços e reduzir o tempo de espera por atendimentos especializados, integrando as ações do programa “Agora Tem Especialistas”.
Impacto
A mobilização em Goiás ocorre de forma paralela à construção de outras 541 unidades em todo o país, alcançando mais de 500 municípios brasileiros. A estratégia utiliza recursos do Novo PAC Saúde para acelerar a entrega de infraestrutura sanitária.
Em solo goiano, o evento contará com a presença do secretário Executivo Adjunto do Ministério da Saúde, Nilton Pereira Jr., e do superintendente estadual da pasta, Lucas Vasconcellos. O início das obras é visto como um passo necessário para desafogar as unidades de saúde já existentes, especialmente em municípios que registraram crescimento populacional acima da média nos últimos anos e que agora demandam uma estrutura física compatível com a nova realidade demográfica.
