A influenciadora digital Tulianne Maravilha, de 18 anos, filha do ex-jogador Túlio Maravilha e de Cristiane Maravilha, tornou-se centro de um debate nas redes sociais nesta sexta-feira (6). Após ser aprovada para os cursos de Nutrição na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Odontologia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a jovem anunciou que não irá se matricular em nenhuma das instituições públicas, optando pelo ensino privado.
A decisão, compartilhada em vídeo nas redes sociais, foi fundamentada pelos pais a partir de três pilares principais: alinhamento ideológico, segurança urbana e infraestrutura institucional. Segundo Cristiane Maravilha, a escolha por uma universidade particular visa a manutenção de “valores familiares” que, na visão do casal, estariam mais presentes no ambiente privado. “A faculdade particular é mais alinhada aos nossos pensamentos e aos nossos princípios”, afirmou a mãe.
Logística e segurança
Além das questões de princípios, o ex-jogador Túlio Maravilha destacou os riscos logísticos do deslocamento no Rio de Janeiro. O ídolo do Botafogo pontuou que o trajeto até os campi das universidades públicas exigiria a passagem por vias expressas como a Linha Vermelha e a Linha Amarela, áreas que ele classificou como “zonas de conflito”. O tempo de deslocamento, que poderia chegar a duas horas dependendo do trânsito, também foi citado como um fator que comprometeria a qualidade de vida e a segurança da estudante.
Infraestrutura e repercussão
A precariedade física das instituições públicas também foi mencionada no vídeo. Tulianne e o pai citaram a falta de manutenção básica e a instabilidade do calendário acadêmico devido a greves frequentes como motivos para a recusa.
A publicação gerou forte polarização entre os seguidores. Após as críticas, Tulianne publicou um novo vídeo esclarecendo que a menção aos “valores” não era um ataque à qualidade acadêmica da UFRJ ou da UERJ, mas uma decisão de cunho pessoal. A jovem concluiu afirmando sentir-se confortável com a escolha, ressaltando que sua desistência permite que a vaga seja ocupada por candidatos que não possuem recursos financeiros para arcar com mensalidades na rede privada.






