O presidente Lula (PT) disse neste domingo que eleição será guerra. Nada de Lulinha paz e amor. Guerra. E guerra é guerra.
Eleição é guerra. Ronaldo Caiado (PSD) está em guerra faz tempo. Flávio Bolsonaro (PL) sempre está em modo guerra.
Tarcísio de Freitas (Republicanos), em seus jogos de guerra, perdeu a paz e a guerra, ao que parece, para ser candidato a presidente.
Eleição não se conquista. Ou você toma ou lhe é tomada. E isso não é peça de retórica. É prática. Pragmatismo.
O que é retórica é o que Lula é Caiado fazem: brados de guerra. A novidade: Lula fazer.
Aos 80 anos, temos um Lula ativo, ardente, querendo guerra, o que está longe de uma aposentadoria e mais longe ainda de alguém sem perspectiva de vitória.
Marketing na veia. Arma de guerra que persuade, amedronta, arrebanha aliados em momento de juntar forças e soldados para a… guerra eleitoral.
Lula está dizendo: vou ganhar, não se aliem aos perdedores. Lula está gritando e seu grito soa como o som da flauta que chama e busca com/vencer.
Os movimentos de Lula nos últimos dias são de comandante em ponto de bala. O alvo é o quarto mandato.
O cálculo: a vitória não está exatamente na urna, mas no momento em que a bala é aturada – ou que a flexão é lançada.
Nada de novo no front. Em eleição, a única coisa inadmissível para os determinados é a História é perder.
Lula está em guerra. Contra os adversários em campo minado. E com os próprios limites em todos os tempos.
Caiado está em guerra. A favor de si próprio para tentar conquistar território à sua candidatura nacional.
Sua disposição é igual: vencer ou vencer. Luta contra as horas. Sua hora chegou, de uma forma ou de outra. Muito barulho para tudo ou nada.
O tempo julga os atos e os fatos. Os fatos falam por si. Os fins não justificam os meios. Mas eternos são os que não tem fim.








