O ator e influenciador goiano João Vitor de Paiva chega aos cinemas de todo o Brasil nesta quinta-feira (13/8) como um dos protagonistas de “Colegas e o Herdeiro”. O longa é sequência de “Colegas” e reúne no elenco atores com síndrome de Down em uma história marcada por amizade, aventura e inclusão.
Em Goiânia, o filme já está confirmado nas programações da Cinemark, Cinépolis e Kinoplex. A estreia amplia a trajetória de João Vitor no audiovisual e coloca o artista goiano em destaque em uma produção de alcance nacional.
Formado em Educação Física pela PUC Goiás, João Vitor também atua como influenciador digital, palestrante e ativista do UNICEF. No cinema, ele integra o elenco principal ao lado de Ariel Goldenberg, Breno Viola, Gabriel D. Lazzari, Henrique Fernandes, Luiza Godoi e Rafaela Fontanetti.
Nova aventura
Dirigido e roteirizado por Marcelo Galvão, “Colegas e o Herdeiro” retoma o universo apresentado no primeiro filme da franquia. A nova produção acompanha uma aventura envolvendo os personagens e mantém como um dos eixos da narrativa temas como amizade, autonomia e inclusão.
O longa já percorreu festivais internacionais antes da estreia comercial. Em maio deste ano, recebeu o prêmio de Melhor Longa-Metragem para Crianças e Jovens no Festival Hero, realizado na Sibéria, na Rússia. A produção também foi reconhecida em festivais nos Estados Unidos e participou da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
Sessões em Goiânia
Na Cinemark, o lançamento contará com a promoção “Cinema 2 em 1”, que permite ao público comprar um ingresso e receber outro para levar um acompanhante. A rede também programou uma Sessão Azul para sábado (15/8), com iluminação parcialmente acesa e volume de som reduzido.
A Cinépolis incluiu o filme na programação do Shopping Cerrado, enquanto o Kinoplex exibe a produção no Goiânia Shopping. Os horários das sessões devem ser consultados diretamente nos canais de venda de cada rede, já que podem variar conforme a programação dos complexos.
A chegada de “Colegas e o Herdeiro” aos cinemas representa mais um passo na carreira de João Vitor, que tem construído sua atuação pública também em defesa da inclusão e da participação das pessoas com deficiência. O filme coloca atores com síndrome de Down no centro da narrativa e amplia a representatividade desse público no cinema brasileiro.
